
Mesmo amarrado, jovem tentou atacar a família.Rapaz é viciado em drogas desde os 13 anos.Em um momento de desespero, uma dona-de-casa do Distrito Federal amarrou o filho drogado para impedir que ele atacasse o pai. Antônia Silva conta que o filho, de 26 anos, é viciado em drogas desde os 13 e nessa quarta-feira (9) ingeriu medicamentos sem orientação médica, o que o deixou descontrolado. Durante essa última crise, ele tentou agredir o pai.
“Nós queremos levá-lo para a clínica. Só paramos porque não tínhamos condições de continuar. Ele veio chutando o carro, mesmo com as pernas e os braços amarrados. Nós tivemos de amarrá-lo para transportá-lo até a clínica. Ele queria matar o pai e queria matar a irmã que está grávida. Os pedreiros que trabalham lá em casa me ajudaram”, conta Antônia. No caminho até a clínica, o jovem tentou arrebentar a porta do carro. Antes de fazer o transporte por conta própria, Antônia conta que pediu ajuda de várias formas. “Liguei para os bombeiros e eles disseram que iam. Depois, surgiu um acidente de trânsito e eles não puderam ajudar. Liguei para o Samu e as atendentes disseram que antes tinham de falar com o médico. Só que o Samu não atende casos psiquiátricos”, revela.
“Eu me vejo numa situação de desespero. Graças a Deus, temos condições de pagar uma clínica particular. Mas quantas famílias não têm condições de internar e de tratar um filho?”, lembra Antônia. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) informou que não tem registro desse caso específico, mas afirmou que o serviço atende a todas as ocorrências de emergência. Para quem precisa de atendimento, a Secretaria de Saúde do DF conta com dois centros de atenção psicossocial para usuários de drogas e álcool
“Nós queremos levá-lo para a clínica. Só paramos porque não tínhamos condições de continuar. Ele veio chutando o carro, mesmo com as pernas e os braços amarrados. Nós tivemos de amarrá-lo para transportá-lo até a clínica. Ele queria matar o pai e queria matar a irmã que está grávida. Os pedreiros que trabalham lá em casa me ajudaram”, conta Antônia. No caminho até a clínica, o jovem tentou arrebentar a porta do carro. Antes de fazer o transporte por conta própria, Antônia conta que pediu ajuda de várias formas. “Liguei para os bombeiros e eles disseram que iam. Depois, surgiu um acidente de trânsito e eles não puderam ajudar. Liguei para o Samu e as atendentes disseram que antes tinham de falar com o médico. Só que o Samu não atende casos psiquiátricos”, revela.
“Eu me vejo numa situação de desespero. Graças a Deus, temos condições de pagar uma clínica particular. Mas quantas famílias não têm condições de internar e de tratar um filho?”, lembra Antônia. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) informou que não tem registro desse caso específico, mas afirmou que o serviço atende a todas as ocorrências de emergência. Para quem precisa de atendimento, a Secretaria de Saúde do DF conta com dois centros de atenção psicossocial para usuários de drogas e álcool




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