
A polícia começa a ouvir nesta terça-feira (29) os depoimentos sobre as circunstâncias da morte do bebê Gabriel, de sete meses, em uma creche na Zona Norte de São Paulo. Nesta terça devem ser ouvidos os pais do bebê e na quarta (30), a dona da escola.
O pai de Gabriel acusa a escola de negligência. Ele alega que a creche foi avisada que o bebê tinha problemas de refluxo. “Gabriel tinha problema de refluxo. Foram dadas todas as recomendações para direção da escola, eles sabiam disso. A gente, inclusive, levava roupa a mais para que, se ele regurgitasse muito, trocassem a toda hora porque a gente não queria ver nosso filho molhado em nenhum instante”, disse Júlio César Ribeiro.
Defesa
Na noite de segunda, o advogado que defende a dona da escola esteve na a creche para, segundo ele, colher dados e informações importantes para a defesa. Ele reafirmou que a escola em momento algum sabia que Gabriel tinha problemas de saúde.
“Nós teríamos agendas da escola do menino. Nós teríamos a prova de que não disseram que ele tinha uma doença pré-existente. Existem outros bebês com esse tipo de problema na escola e o procedimento adotado é totalmente diverso daquele recebido pelos bebês normais”, afirmou o advogado Roberto Rinaldi.
A dona da escola também se defendeu. “A única coisa que eu peço para os pais é que eles esperem sair o laudo, porque eles não sabem realmente, ninguém sabe, nem os médicos sabem. Sabem só que ele teve uma parada cardiorespiratória”, disse Suzana Aparecida de Sarro Leão.
Morte
Gabriel, de 7 meses, morreu enquanto estava na escola. A criança chegou a ser levada pelo pai ao pronto-socorro de um hospital que fica próximo à creche. Durante o atendimento, os médicos encontraram restos de alimento na garganta do bebê.
“Resta saber se os alimentos surgiram ali antes ou depois da morte da criança”, diz Jorge Nakauchi, superintendente do hospital. A polícia pediu um exame toxicológico, o resultado deve sair em 30 dias. Na segunda (28), a família do garoto, revoltada, protestou em frente à creche Pedacinho da Lua, que ficou fechada por luto. Um segurança particular fez plantão na porta. Em um comunicado, a diretoria informou que o berçário deve retomar as atividades nesta terça.
O pai de Gabriel acusa a escola de negligência. Ele alega que a creche foi avisada que o bebê tinha problemas de refluxo. “Gabriel tinha problema de refluxo. Foram dadas todas as recomendações para direção da escola, eles sabiam disso. A gente, inclusive, levava roupa a mais para que, se ele regurgitasse muito, trocassem a toda hora porque a gente não queria ver nosso filho molhado em nenhum instante”, disse Júlio César Ribeiro.
Defesa
Na noite de segunda, o advogado que defende a dona da escola esteve na a creche para, segundo ele, colher dados e informações importantes para a defesa. Ele reafirmou que a escola em momento algum sabia que Gabriel tinha problemas de saúde.
“Nós teríamos agendas da escola do menino. Nós teríamos a prova de que não disseram que ele tinha uma doença pré-existente. Existem outros bebês com esse tipo de problema na escola e o procedimento adotado é totalmente diverso daquele recebido pelos bebês normais”, afirmou o advogado Roberto Rinaldi.
A dona da escola também se defendeu. “A única coisa que eu peço para os pais é que eles esperem sair o laudo, porque eles não sabem realmente, ninguém sabe, nem os médicos sabem. Sabem só que ele teve uma parada cardiorespiratória”, disse Suzana Aparecida de Sarro Leão.
Morte
Gabriel, de 7 meses, morreu enquanto estava na escola. A criança chegou a ser levada pelo pai ao pronto-socorro de um hospital que fica próximo à creche. Durante o atendimento, os médicos encontraram restos de alimento na garganta do bebê.
“Resta saber se os alimentos surgiram ali antes ou depois da morte da criança”, diz Jorge Nakauchi, superintendente do hospital. A polícia pediu um exame toxicológico, o resultado deve sair em 30 dias. Na segunda (28), a família do garoto, revoltada, protestou em frente à creche Pedacinho da Lua, que ficou fechada por luto. Um segurança particular fez plantão na porta. Em um comunicado, a diretoria informou que o berçário deve retomar as atividades nesta terça.




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