O crime chocou a comunidade sulbaiana. O mototaxista Henrique Rodrigues Oliveira, suspeito dos crimes, está foragido desde o dia do crime. Ele é acusado de deflagrar seis tiros com a intenção de matar mãe e filho, segundo a delegada Marília Pereira Costa. O crime aconteceu por volta das 16 horas, em frente à casa das vítimas e do acusado, pois todos moravam na rua Herval Soledade. Os disparos foram feitos no momento em que mãe e filho entravam num táxi para registrar queixa contra Henrique que, segundo investigação, tinha um envolvimento amoroso com uma adolescente de prenome Mônica, de 17 anos, há quatro anos, com uma filha. Há três meses o relacionamento teria terminado e Mônica, que era amiga de infância da vítima, teria tido uma paquera com ele. Henrique, que não aceitava o fim do relacionamento, ficou sabendo do envolvimento da ex com o vizinho. Ele quis saber de Mônica se realmente tinha se envolvido com Júnior e ela negou, mas em uma reunião familiar, promovida por Henrique, a jovem afirmou ter paquerado a vítima, pois já não tinha nada com o mototaxista, que morava no Rio de Janeiro. Henrique passou a ameaçar Júnior e as ameaças persistiram por mais de um mês, até que a família do rapaz resolveu registrar queixa policial. No momento em que o táxi chegou, Maria Lúcia conversava com Henrique, pedindo para ele não matar seu filho. O táxi chegou, Júnior entrou na parte traseira e Maria Lúcia ao lado do motorista. Quando os dois já estavam dentro do carro, Henrique meteu a mão pelo lado do motorista e efetuou três disparos contra Júnior. Maria Lúcia começou a gritar e foi atingida também. Ambos morreram na hora.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Polícia ainda caça suspeito de matar Lúcia Bahia e filho
Agnaldo Calazans Souza Júnior, de 16 anos, na terça-feira, 5, no bairro Nelson Costa, em Ilhéus.
O crime chocou a comunidade sulbaiana. O mototaxista Henrique Rodrigues Oliveira, suspeito dos crimes, está foragido desde o dia do crime. Ele é acusado de deflagrar seis tiros com a intenção de matar mãe e filho, segundo a delegada Marília Pereira Costa. O crime aconteceu por volta das 16 horas, em frente à casa das vítimas e do acusado, pois todos moravam na rua Herval Soledade. Os disparos foram feitos no momento em que mãe e filho entravam num táxi para registrar queixa contra Henrique que, segundo investigação, tinha um envolvimento amoroso com uma adolescente de prenome Mônica, de 17 anos, há quatro anos, com uma filha. Há três meses o relacionamento teria terminado e Mônica, que era amiga de infância da vítima, teria tido uma paquera com ele. Henrique, que não aceitava o fim do relacionamento, ficou sabendo do envolvimento da ex com o vizinho. Ele quis saber de Mônica se realmente tinha se envolvido com Júnior e ela negou, mas em uma reunião familiar, promovida por Henrique, a jovem afirmou ter paquerado a vítima, pois já não tinha nada com o mototaxista, que morava no Rio de Janeiro. Henrique passou a ameaçar Júnior e as ameaças persistiram por mais de um mês, até que a família do rapaz resolveu registrar queixa policial. No momento em que o táxi chegou, Maria Lúcia conversava com Henrique, pedindo para ele não matar seu filho. O táxi chegou, Júnior entrou na parte traseira e Maria Lúcia ao lado do motorista. Quando os dois já estavam dentro do carro, Henrique meteu a mão pelo lado do motorista e efetuou três disparos contra Júnior. Maria Lúcia começou a gritar e foi atingida também. Ambos morreram na hora.
O crime chocou a comunidade sulbaiana. O mototaxista Henrique Rodrigues Oliveira, suspeito dos crimes, está foragido desde o dia do crime. Ele é acusado de deflagrar seis tiros com a intenção de matar mãe e filho, segundo a delegada Marília Pereira Costa. O crime aconteceu por volta das 16 horas, em frente à casa das vítimas e do acusado, pois todos moravam na rua Herval Soledade. Os disparos foram feitos no momento em que mãe e filho entravam num táxi para registrar queixa contra Henrique que, segundo investigação, tinha um envolvimento amoroso com uma adolescente de prenome Mônica, de 17 anos, há quatro anos, com uma filha. Há três meses o relacionamento teria terminado e Mônica, que era amiga de infância da vítima, teria tido uma paquera com ele. Henrique, que não aceitava o fim do relacionamento, ficou sabendo do envolvimento da ex com o vizinho. Ele quis saber de Mônica se realmente tinha se envolvido com Júnior e ela negou, mas em uma reunião familiar, promovida por Henrique, a jovem afirmou ter paquerado a vítima, pois já não tinha nada com o mototaxista, que morava no Rio de Janeiro. Henrique passou a ameaçar Júnior e as ameaças persistiram por mais de um mês, até que a família do rapaz resolveu registrar queixa policial. No momento em que o táxi chegou, Maria Lúcia conversava com Henrique, pedindo para ele não matar seu filho. O táxi chegou, Júnior entrou na parte traseira e Maria Lúcia ao lado do motorista. Quando os dois já estavam dentro do carro, Henrique meteu a mão pelo lado do motorista e efetuou três disparos contra Júnior. Maria Lúcia começou a gritar e foi atingida também. Ambos morreram na hora.
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