sábado, 2 de agosto de 2008
Oito assaltantes são mortos pela polícia no RN
Oito assaltantes morreram nesta sexta-feira (1º), em Lajes, no Rio Grande do Norte, em uma operação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Militar. Segundo a polícia, o grupo estava planejando um assalto a um banco do município, quando foi surpreendido em uma estrada de terra. Quando foram abordados, os criminosos teriam atirado contra os policiais. Oito assaltantes morreram e um homem, que dava suporte à quadrilha, foi preso. De acordo com a polícia, cerca de 30 homens participaram da ação. Nenhum policial ficou ferido. Foram apreendidos quatro fuzis, seis pistolas, três espingardas calibre 12, granadas e muita munição, além de grampos que são utilizados para furar pneus de carros. Os corpos foram encaminhados para o Instituto Técnico e Científico de Polícia de Natal.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Quatro cães atacam e matam um menino no DF
Uma menino de oito anos morreu no final da manhã desta quarta-feira (30), em Brasília, depois de ser atacado por quatro cães da raça fila que estavam soltos na chácara de uma tia no Gama, cidade do Distrito Federal. Vítor Ribeiro de Brito chegou a receber atendimento médico no hospital da cidade e, em seguida, foi transferido de helicóptero para um hospital da capital federal, onde há uma UTI pediátrica. Vitor teve muitos ferimentos e perdeu muito sangue. Os médicos chegaram a fazer uma transfusão para tentar salvar a criança. Mas ele não resistiu e morreu no final da manhã.
Fêmea de labrador adota tigrinhos órfãos em zoológico nos Estados Unidos

Isabella, uma fêmea de labrador, tornou-se uma mãe adotiva nada comum no último domingo (27). A cadela adotou três filhotes de tigre branco que foram abandonados pela mãe logo depois de nascer no Parque Zoológico Safári, no estado americano do Kansas. Por enquanto, os tigrinhos estão sendo amamentados normalmente por ela. O comportamento maternal exacerbado é comum em fêmeas de várias espécies de mamíferos.
PF e FBI prendem hacker brasileiro na Holanda
A Polícia Federal realizou na terça-feira (29), em parceria com o FBI, departamento de investigações norte-americano, uma operação para prender um hacker brasileiro suspeito de controlar computadores para cometar crimes por meio da internet. O suspeito foi preso na Holanda por policiais daquele país quando negociava a venda de acesso aos computadores que controlava. Por meio dessas máquinas, é possível fazer ataques contra bancos e servidores de computadores de grandes empresas. A ação foi batizada de Conexão Holanda. Também foi preso um holandês e outro homem envolvido na fraude. Foram apreendidos documentos, dez discos rígidos, quatro notebooks, e 500 CDs e DVDs. Em São Paulo, a PF fez buscas em dois imóveis do suspeito em Taubaté, a 140 km de São Paulo, e Caraguatatuba, a 173 km. A investigação durou quatro meses e foi realizada por agentes do FBI e policiais federais da unidade de repressão a crimes cibernéticos e da Superintendência Regional da PF em São Paulo. Com a apreensão dos computadores usados pelo hacker, a PF acredita que será possível saber o total de máquinas controladas e utilizadas nos golpes.
O golpe
Um hacker, por meio de e-mails ou sites, consegue instalar programas, conhecidos como malwares, em computadores que ficam sob o seu domínio. O usuário acaba nem percebendo a presença dos programas, já que na maioria das vezes a máquina não apresenta diferença em seu funcionamento. Com a chamada rede de computadores zumbis (botnet), o hacker consegue realizar crimes pela internet, como o envio de spams e fraudes bancárias. O criminoso também pode dar um comando para que todos os computadores controlados por ele acessem simultaneamente um site ou servidor de informações, o que torna o tráfego lento para os usuários comuns. Esse tipo de ação pode tirar o site ou servidor do ar.
O golpe
Um hacker, por meio de e-mails ou sites, consegue instalar programas, conhecidos como malwares, em computadores que ficam sob o seu domínio. O usuário acaba nem percebendo a presença dos programas, já que na maioria das vezes a máquina não apresenta diferença em seu funcionamento. Com a chamada rede de computadores zumbis (botnet), o hacker consegue realizar crimes pela internet, como o envio de spams e fraudes bancárias. O criminoso também pode dar um comando para que todos os computadores controlados por ele acessem simultaneamente um site ou servidor de informações, o que torna o tráfego lento para os usuários comuns. Esse tipo de ação pode tirar o site ou servidor do ar.
Segurança de banco dá versão que contradiz atriz Solange Couto

"Ela está mentindo.” Foi assim que um dos seguranças da agência da Caixa Econômica, onde Solange Couto teria sido aconselhada a tirar a roupa para passar na porta giratória, resumiu o episódio. Sem se identificar, depois de pedir a repórter que também deixasse seus objetos com metais na caixa coletora do banco, ele disse ter visto a cena. Testemunhas, no entanto, confirmam a versão da atriz. “Aconteceu exatamente aquilo que ela falou nos jornais. Ela estava tremendo, nervosa, não deram nem um copo d’água, nem uma cadeira para ela sentar. Ela foi humilhada”, conta a ambulante Elizabete Oliveira, de 49 anos. Ela, que trabalha numa banca de bolsas em frente à agência, afirma que a cena é comum. “Já aconteceu isso nessa agência mesmo com minha nora”, lembra a também ambulante Palmira Costa, de 70 anos, que foi acalmar Solange minutos depois do acontecido. “Ela não precisa aparecer. Mas eles deviam respeitar a ela e a quem quer que seja”, completa.
A versão da atriz
O episódio aconteceu na última segunda-feira (28), quando a atriz esteve na agência da Freguesia, em Jacarepaguá, na Zona Oeste da cidade. Segundo Solange, depois de retirar todos os objetos metálicos e abrir a bolsa para o segurança, sua passagem foi bloqueada pela quarta vez e, quando perguntou ao segurança o que ela precisava fazer para entrar, ele a mandou tirar a roupa."Desabotoei a bermuda e fiquei literalmente de calcinha. Aí, antes de tirar a blusa, perguntei a ele se era preciso aquilo mesmo. Ele me olhou com desdém e virou para o lado", lembra ela.
Posição da CEF
Em nota, a Caixa Econômica disse que a porta giratória visa a segurança dos clientes e que "os vigilantes são orientados a tratar todos os usuários com educação e presteza". No documento, a Caixa informa ainda que quando a porta continua travando mesmo depois dos objetos depositados da caixa coletora, o gerente deve ser chamado e que "todos os procedimentos de segurança e atendimento rotineiros foram utilizados no episódio, não tendo sido sugerido a cliente que tomasse qualquer outra atitude".
Especial ECA 18 anos: pobreza afasta criança da família

A pobreza que compromete o desenvolvimento saudável da criança também é a principal responsável pelo afastamento de meninas e meninos do convívio familiar. O artigo 23 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é claro ao afirmar que “a falta ou a carência de recursos materiais não constitui motivo suficiente para a perda ou a suspensão do pátrio poder”. Na prática, a situação é bem diferente.
Cilene Brito, do A Tarde
A pobreza que compromete o desenvolvimento saudável da criança também é a principal responsável pelo afastamento de meninas e meninos do convívio familiar. O artigo 23 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é claro ao afirmar que “a falta ou a carência de recursos materiais não constitui motivo suficiente para a perda ou a suspensão do pátrio poder”. Na prática, a situação é bem diferente.
Em Salvador, um levantamento feito pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes) aponta que 69% das 702 crianças nos 17 abrigos conveniados com a prefeitura têm pais vivos. Outras 24,4% foram encaminhadas por ser vítimas de violência – e apenas 6,6% delas não possuem registros dos pais. A fragilidade das políticas públicas implantadas compromete o cumprimento do artigo 19 do ECA, que fala do direito à convivência familiar e comunitária: “Todas as esferas públicas são responsáveis”.
Segundo a promotora de Justiça da Infância Maria Eugênia Vasconcelos, “no caso de Salvador, a prefeitura optou pela gestão plena dos abrigos e tem total responsabilidade para executar essas políticas, que devem ser voltadas para toda a família da criança abrigada”.
Ela explica que, “por serem casos de abandono justificados pela situação econômica, é necessário que sejam criadas ações que estimulem a inserção dos pais no mercado de trabalho, como qualificação profissional. Também são necessárias políticas de moradia e de educação para as crianças”.
INTERESSE – Em alguns abrigos de Salvador, a situação é ainda mais gritante. Na Organização do Auxílio Fraterno (OAF), na Liberdade, 90% das 67 crianças abrigadas têm família. “Quase todas têm contato com os pais e alguns deles mostram interesse em voltar a conviver com os filhos, mas não têm condições”, afirma a coordenadora da entidade, Cheila Queiroz. É o caso de uma menina de 4 anos que está há dois no local. O pai, morador de rua, faz visitas freqüentes.
A mesma situação é vista na Instituição Cristã de Amparo ao Jovem (Icaj). “Nos últimos dois anos, não vi nenhuma criança ser devolvida à família”, atesta a assistente social Inês Rosa.
O juiz em exercício da Infância e Juventude, Arnaldo José Lemos, diz que a permanência em abrigos não segue as diretrizes do ECA. Além disso, pelo fato de elas terem pais, o ECA determina que sejam reinseridas na família biológica para, só depois, caso a reinserção seja impossível, liberá-las para adoção.
“As crianças poderiam ser criadas por outra família, mas muitos pais, mesmo que não tenham interesse em ficar com elas, não querem desatar os vínculos familiares para não perder alguns benefícios que são concedidos pelo governo, como o Bolsa Família”, afirma o magistrado.
MEDIDA – A chefe do setor de abrigos da prefeitura, Daniela Rodrigues, diz que uma das medidas implantadas é o fortalecimento do Cento de Referência Especial e Assistência Social (Creas), que presta atendimento psicossocial para as famílias de crianças em situação de risco social e que já estão abrigadas.
Cilene Brito, do A Tarde
A pobreza que compromete o desenvolvimento saudável da criança também é a principal responsável pelo afastamento de meninas e meninos do convívio familiar. O artigo 23 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é claro ao afirmar que “a falta ou a carência de recursos materiais não constitui motivo suficiente para a perda ou a suspensão do pátrio poder”. Na prática, a situação é bem diferente.
Em Salvador, um levantamento feito pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes) aponta que 69% das 702 crianças nos 17 abrigos conveniados com a prefeitura têm pais vivos. Outras 24,4% foram encaminhadas por ser vítimas de violência – e apenas 6,6% delas não possuem registros dos pais. A fragilidade das políticas públicas implantadas compromete o cumprimento do artigo 19 do ECA, que fala do direito à convivência familiar e comunitária: “Todas as esferas públicas são responsáveis”.
Segundo a promotora de Justiça da Infância Maria Eugênia Vasconcelos, “no caso de Salvador, a prefeitura optou pela gestão plena dos abrigos e tem total responsabilidade para executar essas políticas, que devem ser voltadas para toda a família da criança abrigada”.
Ela explica que, “por serem casos de abandono justificados pela situação econômica, é necessário que sejam criadas ações que estimulem a inserção dos pais no mercado de trabalho, como qualificação profissional. Também são necessárias políticas de moradia e de educação para as crianças”.
INTERESSE – Em alguns abrigos de Salvador, a situação é ainda mais gritante. Na Organização do Auxílio Fraterno (OAF), na Liberdade, 90% das 67 crianças abrigadas têm família. “Quase todas têm contato com os pais e alguns deles mostram interesse em voltar a conviver com os filhos, mas não têm condições”, afirma a coordenadora da entidade, Cheila Queiroz. É o caso de uma menina de 4 anos que está há dois no local. O pai, morador de rua, faz visitas freqüentes.
A mesma situação é vista na Instituição Cristã de Amparo ao Jovem (Icaj). “Nos últimos dois anos, não vi nenhuma criança ser devolvida à família”, atesta a assistente social Inês Rosa.
O juiz em exercício da Infância e Juventude, Arnaldo José Lemos, diz que a permanência em abrigos não segue as diretrizes do ECA. Além disso, pelo fato de elas terem pais, o ECA determina que sejam reinseridas na família biológica para, só depois, caso a reinserção seja impossível, liberá-las para adoção.
“As crianças poderiam ser criadas por outra família, mas muitos pais, mesmo que não tenham interesse em ficar com elas, não querem desatar os vínculos familiares para não perder alguns benefícios que são concedidos pelo governo, como o Bolsa Família”, afirma o magistrado.
MEDIDA – A chefe do setor de abrigos da prefeitura, Daniela Rodrigues, diz que uma das medidas implantadas é o fortalecimento do Cento de Referência Especial e Assistência Social (Creas), que presta atendimento psicossocial para as famílias de crianças em situação de risco social e que já estão abrigadas.
Prefeitura chama reprovados em seu concurso

que foi organizado pela Fauf. É o mistério que cerca o teste de aptidão física realizado pela prefeitura de Itabuna para preencher 36 vagas de auxiliar de infra-estrutura. Candidatos se queixam de que não foram informados com antecedência sobre a data do exame, 25 de junho, um dia após o São João. Com isso, 19 candidatos aprovados nas provas objetivas foram alijados do teste de aptidão física, programado para aquele dia. Para substituí-los, a prefeitura convocou candidatos que foram reprovados na primeira etapa do concurso e até um que nem compareceu para fazer a prova (clique na imagem para ver maior). O edital de convocação, 006/2008, é assinado pelo prefeito Fernando Gomes. Um dos candidatos aprovados, que foi impedido de realizar a prova, tentou recorrer ao Ministério Público Estadual (MPE) e à Defensoria Pública Estadual, mas diz que não conseguiu atendimento. Os convocados no edital para apresentação no dia 26 de junho tiveram abaixo de 50 pontos nas provas objetivas e estariam, legalmente, impedidos de ser convocados para a segunda fase, de exames físicos. A maior nota era 47,50. Um dos chamados para o teste físico obteve apenas 30 pontos. Pior: E.F.A, foi convocado mesmo sem ter pontuado na prova objetiva, pois não compareceu ao concurso. A lista de convocação dos reprovados e ausentes foi descoberta por um dos candidatos. Ao tentar obter explicações sobre os motivos da falta de publicidade da convocação para o teste do dia 25, recebeu cópia dos dois editais (005/2008 e 006/2008). “Como pode um reprovado ou alguém que nem prova fez ser convocado e eu ficar de fora?”, questiona um candidato que prefere não se identificar, ainda na esperança de conseguir a vaga. Esta é mais uma das polêmicas dos concursos realizados pela prefeitura. A primeira foi a prova em que a Fauf divulgou o gabarito das provas para esta mesma área. Nove das opções apontadas como respostas certas no gabarito estavam erradas. Cassação O concurso público foi uma exigência do Ministério Público Federal do Trabalho para que o prefeito substituísse os funcionários apadrinhados, contratados mediante indicação política, por servidores concursados. O governo atrasou as convocações. Fernando Gomes, ainda em dezembro do ano passado, assinou termo de ajustamento de conduta (TAC) em que se comprometia a fazer 90% das substituições até 30 de junho. Por descumprir o termo, assinado também com o Ministério Público Estadual (MPE), recebeu uma intimação da justiça do trabalho nesta semana. Ele terá que fazer as substituições imediatamente. O prazo da justiça foi de 10 dias. Caso insista em não convocar os concursados e demitir os apadrinhados, sofrerá multa diária de R$ 1 mil por contratado que permanecer na folha. A decisão foi do juiz da 1ª Vara do Trabalho, José Cairo Júnior, em resposta a uma ação do promotor Márcio Fahel e da procuradora do Trabalho, Elisiane Santos. As substituições por servidores concursados estavam lentas porque o prefeito e os secretários eram pressionados pelos contratados. Pelo menos, essa foi a versão do procurador-geral do Município, Álvaro Ferreira, em audiência na Câmara de Vereadores.
Em 4 meses, são 74 casos de esquistossomose

em pessoas oriundas de 13 comunidades ribeirinhas em Ilhéus. Segundo informações do Programa de controle da doença, Sambaituba foi o local que apresentou o maior número de casos, 29. Em segundo lugar está a Juerana, com 16 casos, seguida por Inema (8), Aritaguá (6), Nova Ilhéus (6), Vila Olímpio (5) e Vila São João (3). Todos foram confirmados através de exame laboratorial. De acordo com o coordenador do Programa de Controle da Esquistossomose, Orlando Mendes, a doença, também conhecida como barriga d’água, só aparece em água doce onde existem caramujos, hospedeiros intermediários do parasita Schistosoma mansoni. O homem é o principal hospedeiro do parasita. O processo de contaminação se dá da seguinte forma: o homem contaminado libera os ovos através da urina ou fezes. Com a chuva, os excrementos são levados para rios, lagoas e córregos. Na água, os caramujos, lesmas e caracóis hospedam os ovos, que se desenvolvem e são liberados depois de adultos. Se permanecem na água, contaminam o homem pelo banho ou durante uma lavagem de roupa ou louça, através da pele. Orlando explica que o verme pode se alojar no cérebro, através da corrente sanguínea, na coluna, o que pode causar paralisia ou ainda na veia do intestino e fígado, sendo esta a forma mais comum. Cerca de 24 horas após a contaminação a pessoa pode sentir coceira ou vermelhidão no local por onde a larva entrou. Entre quatro e oito semanas começam a surgir os primeiros sintomas: febre, calafrios, dor de cabeça, dores abdominais, náuseas, vômito, tosse seca. Juerana alerta O coordenador do programa contra a esquistossomose adverte que a contaminação também pode ocorrer sem apresentar nenhum sintoma, “o que é mais perigoso, pois o verme continua se desenvolvendo dentro do corpo até alcançar o estágio crônico”. Orlando afrma que a presença da doença em 16 casos confirmado em Juerana merece atenção especial. Os estudos, esclarece, revelam que a contaminação só ocorre em água doce e naquela localidade o rio recebe forte influência da água salgada do mar. A equipe do programa vai investigar as origens da contaminação em todas as comunidades que tiveram resultados positivos. Os pacientes recebem tratamento gratuito, como prevê o Ministério da Saúde. Orlando alerta para a necessidade de adotar alguns cuidados que possam evitar a doença, pois a pessoa pode ser contaminada mais de uma vez. Entre eles, evitar tomar banho ou lavar objetos onde há caramujos ou defecar fora da privada e sempe beber água tratada. Ele diz que, desde abril, foram entregues 5.605 coletores para análise e, destes, 3.689 foram recolhidos, num saldo de 74 casos confirmados. Até o final do ano a expectativa é que sejam feitos 13.100 exames. O trabalho deve ser desenvolvido nos distritos e, se houver a necessidade, nas propriedades rurais. “Alguns casos foram confirmados em atendimento nos postos, o que aumenta o número de vítimas. Nessa situação, somos informados para o tratamento”.
Professora sofre ameaça após denuncia
de falta de merenda nas escolas da rede municipal em Ilhéus. Jaciara da Silva Santos, presidente do Conselho de Alimentação Escolar (CAE), disse que recebeu seguidas ameaças por telefone na quinta-feira, 24, sempre depois das 22h. Ao comunicar as ameaças à polícia, ela informou que a ligação partia de um celular com número restrito. Uma voz masculina apenas ordenava: “cale a boca, pois você está falando demais”. Ela recebeu cinco ligações e em todas era pronunciada a mesma frase. Na comunicação à Delegacia da Mulher, ela atribui as ameaças às denúncias sobre a falta de merenda para os 23 mil alunos da rede municipal ilheense, apesar de a prefeitura receber R$ 500 mil para a compra de alimentos. Desde o ano passado Jaciara denuncia a falta de merenda e os esquemas para a compra de alimentos sempre nos mesmos estabelecimentos (sacolões e padarias). Uma missão do Ministério da Educação (MEC) esteve em Ilhéus e recomendou mudanças no processo. Terceirizado O fornecimento da merenda será terceirizado e feito por duas empresas, a Panan e a Noeval Carvalho, segundo o secretário de educação, Sebastião Maciel. A demora na fase de habilitação das empresas deixou os alunos sem a merenda. O dinheiro atrasou durante todo o ano e deixou alunos da rede por diversas vezes sem o lanche. Os repasses de recursos para as escolas, segundo denunciou Jaciara, somente ocorreram em março e maio. A prefeitura de Ilhéus estava entre os municípios inadimplentes com o MEC, pois não prestou contas dos recursos para a compra de alimentos. A dificuldade é ainda maior em escolas das primeiras séries do ensino fundamental. Na escola Pequeno Davi, a merenda só deu até o dia 20 de junho. O recesso escolar amenizou a barbeiragem da prefeitura, mas os alunos retornaram no dia 7 de julho às aulas já sem a merenda. Para tentar contornar a situação, as escolas têm liberado os alunos mais cedo.
Funcionários da Infraero entram em greve
Movimento nos aeroportos deve ser afetado a partir das 4h, diz sindicato.Trabalhadores fazem assembléia às 8h30 para avaliar contraproposta da Infraero. Os funcionários da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero), estatal que administra os principais aeroportos do país, estão em greve desde as 0h desta quarta-feira (30). Segundo o diretor de imprensa do Sindicato Nacional dos Aeroportuários, Jorge Luiz, pararam às 0h os trabalhadores das áreas de segurança, manobra, navegação aérea, segurança e manutenção. O movimento, segundo Luiz, só deve ser afetado a partir das 4h, horário em que aeroportos como o Galeão, no Rio, e Cumbica, em São Paulo, são abertos. A paralisação deve afetar os setores de controle de vôo e de pista, além do despacho e recebimento de cargas. O diretor garante que, pelo menos, 30% dos 11.500 funcionários seguirão no trabalho.
A categoria pede reajuste salarial, aumento no valor do vale-alimentação, participação nos lucros e mudanças no plano de carreira. Às 8h30 desta quarta, assembléias em
em alguns aeroportos vão avaliar a contraproposta feita pela empresa.
Aeroportos
Veja a lista dos aeroportos onde os funcionários prometem parar: Em São Paulo - Ficam prejudicadas operações nos aeroportos de Congonhas e Campo de Marte, na capital; no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Região Metropolitana; no Aeroporto de Viracopos, em Campinas; no aeroporto de São José dos Campos. No Rio de Janeiro - Ficam prejudicadas operações nos aeroportos Santos Dumont, Galeão e Jacarepaguá, na capital, e no aeroporto de Campos. Entram em greve também funcionários da Infraero nos aeroportos de Campo Grande, Cuibá, Fortaleza, Porto Alegre, Vitória, Imperatriz (no Maranhão) e Londrina (no Paraná).
Infraero
Em nota oficial, a Infraero afirmou que "está preparada para operacionalizar" os aeroportos. Veja a íntegra da nota: "Com relação às últimas negociações com o Sindicato Nacional dos Aeroportuários – SINA, a Infraero esclarece que nesta terça-feira (29/07) deu continuidade às tratativas a fim de reavaliar os pleitos solicitados pela categoria. A Infraero ressalta que sempre negociou com as lideranças sindicais da casa e que a diretoria nunca se furtou ao diálogo a fim de obter uma melhor proposta que atendesse aos funcionários e a Empresa. “Acredito que as negociações levadas a cabo entre nós atingiram os seus objetivos”, diz o presidente da estatal, Sergio Gaudenzi. Ainda segundo o presidente, a situação caminha para a tranqüilidade. “Nós concluímos mais uma etapa e não restam mais pendências. Quero tranqüilizar os passageiros que utilizam os aeroportos administrados pela Infraero e lembrar que a empresa está preparada para operacionalizar plenamente os aeroportos. Todas as providências nesse sentido já foram adotadas”, afirma Gaudenzi."
A categoria pede reajuste salarial, aumento no valor do vale-alimentação, participação nos lucros e mudanças no plano de carreira. Às 8h30 desta quarta, assembléias em
em alguns aeroportos vão avaliar a contraproposta feita pela empresa.
Aeroportos
Veja a lista dos aeroportos onde os funcionários prometem parar: Em São Paulo - Ficam prejudicadas operações nos aeroportos de Congonhas e Campo de Marte, na capital; no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Região Metropolitana; no Aeroporto de Viracopos, em Campinas; no aeroporto de São José dos Campos. No Rio de Janeiro - Ficam prejudicadas operações nos aeroportos Santos Dumont, Galeão e Jacarepaguá, na capital, e no aeroporto de Campos. Entram em greve também funcionários da Infraero nos aeroportos de Campo Grande, Cuibá, Fortaleza, Porto Alegre, Vitória, Imperatriz (no Maranhão) e Londrina (no Paraná).
Infraero
Em nota oficial, a Infraero afirmou que "está preparada para operacionalizar" os aeroportos. Veja a íntegra da nota: "Com relação às últimas negociações com o Sindicato Nacional dos Aeroportuários – SINA, a Infraero esclarece que nesta terça-feira (29/07) deu continuidade às tratativas a fim de reavaliar os pleitos solicitados pela categoria. A Infraero ressalta que sempre negociou com as lideranças sindicais da casa e que a diretoria nunca se furtou ao diálogo a fim de obter uma melhor proposta que atendesse aos funcionários e a Empresa. “Acredito que as negociações levadas a cabo entre nós atingiram os seus objetivos”, diz o presidente da estatal, Sergio Gaudenzi. Ainda segundo o presidente, a situação caminha para a tranqüilidade. “Nós concluímos mais uma etapa e não restam mais pendências. Quero tranqüilizar os passageiros que utilizam os aeroportos administrados pela Infraero e lembrar que a empresa está preparada para operacionalizar plenamente os aeroportos. Todas as providências nesse sentido já foram adotadas”, afirma Gaudenzi."
terça-feira, 29 de julho de 2008
Polícia começa a ouvir depoimentos sobre morte de bebê em creche

A polícia começa a ouvir nesta terça-feira (29) os depoimentos sobre as circunstâncias da morte do bebê Gabriel, de sete meses, em uma creche na Zona Norte de São Paulo. Nesta terça devem ser ouvidos os pais do bebê e na quarta (30), a dona da escola.
O pai de Gabriel acusa a escola de negligência. Ele alega que a creche foi avisada que o bebê tinha problemas de refluxo. “Gabriel tinha problema de refluxo. Foram dadas todas as recomendações para direção da escola, eles sabiam disso. A gente, inclusive, levava roupa a mais para que, se ele regurgitasse muito, trocassem a toda hora porque a gente não queria ver nosso filho molhado em nenhum instante”, disse Júlio César Ribeiro.
Defesa
Na noite de segunda, o advogado que defende a dona da escola esteve na a creche para, segundo ele, colher dados e informações importantes para a defesa. Ele reafirmou que a escola em momento algum sabia que Gabriel tinha problemas de saúde.
“Nós teríamos agendas da escola do menino. Nós teríamos a prova de que não disseram que ele tinha uma doença pré-existente. Existem outros bebês com esse tipo de problema na escola e o procedimento adotado é totalmente diverso daquele recebido pelos bebês normais”, afirmou o advogado Roberto Rinaldi.
A dona da escola também se defendeu. “A única coisa que eu peço para os pais é que eles esperem sair o laudo, porque eles não sabem realmente, ninguém sabe, nem os médicos sabem. Sabem só que ele teve uma parada cardiorespiratória”, disse Suzana Aparecida de Sarro Leão.
Morte
Gabriel, de 7 meses, morreu enquanto estava na escola. A criança chegou a ser levada pelo pai ao pronto-socorro de um hospital que fica próximo à creche. Durante o atendimento, os médicos encontraram restos de alimento na garganta do bebê.
“Resta saber se os alimentos surgiram ali antes ou depois da morte da criança”, diz Jorge Nakauchi, superintendente do hospital. A polícia pediu um exame toxicológico, o resultado deve sair em 30 dias. Na segunda (28), a família do garoto, revoltada, protestou em frente à creche Pedacinho da Lua, que ficou fechada por luto. Um segurança particular fez plantão na porta. Em um comunicado, a diretoria informou que o berçário deve retomar as atividades nesta terça.
O pai de Gabriel acusa a escola de negligência. Ele alega que a creche foi avisada que o bebê tinha problemas de refluxo. “Gabriel tinha problema de refluxo. Foram dadas todas as recomendações para direção da escola, eles sabiam disso. A gente, inclusive, levava roupa a mais para que, se ele regurgitasse muito, trocassem a toda hora porque a gente não queria ver nosso filho molhado em nenhum instante”, disse Júlio César Ribeiro.
Defesa
Na noite de segunda, o advogado que defende a dona da escola esteve na a creche para, segundo ele, colher dados e informações importantes para a defesa. Ele reafirmou que a escola em momento algum sabia que Gabriel tinha problemas de saúde.
“Nós teríamos agendas da escola do menino. Nós teríamos a prova de que não disseram que ele tinha uma doença pré-existente. Existem outros bebês com esse tipo de problema na escola e o procedimento adotado é totalmente diverso daquele recebido pelos bebês normais”, afirmou o advogado Roberto Rinaldi.
A dona da escola também se defendeu. “A única coisa que eu peço para os pais é que eles esperem sair o laudo, porque eles não sabem realmente, ninguém sabe, nem os médicos sabem. Sabem só que ele teve uma parada cardiorespiratória”, disse Suzana Aparecida de Sarro Leão.
Morte
Gabriel, de 7 meses, morreu enquanto estava na escola. A criança chegou a ser levada pelo pai ao pronto-socorro de um hospital que fica próximo à creche. Durante o atendimento, os médicos encontraram restos de alimento na garganta do bebê.
“Resta saber se os alimentos surgiram ali antes ou depois da morte da criança”, diz Jorge Nakauchi, superintendente do hospital. A polícia pediu um exame toxicológico, o resultado deve sair em 30 dias. Na segunda (28), a família do garoto, revoltada, protestou em frente à creche Pedacinho da Lua, que ficou fechada por luto. Um segurança particular fez plantão na porta. Em um comunicado, a diretoria informou que o berçário deve retomar as atividades nesta terça.
Assinar:
Postagens (Atom)



